Mulheres no design? Sim, várias.

Há menos de um mês chegamos meio que sem querer em uma série especial do Core77 dedicada ao design industrial feminino. E como o primeiro artigo deles propõe, tente citar mulheres designers que tiveram destaque profissional ao longo dos anos sem contar com a ajuda do santo Google. Difícil não é?! Foi por isso que decidimos colaborar com a discussão e replicar o assunto por aqui também.

Porque, afinal de contas, somos uma empresa atualmente com metade da equipe composta por talentosas designers e este assunto só vem reforçar a necessidade de ampliar nosso olhar e prática sobre a própria profissão.

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Dos nomes das designers mais famosas, talvez tenham surgido em sua lista as internacionais Ray Eames, Florence Knoll, Eileen Gray, Charlotte Perriand e Eva Zeisel. Mais alguma? Mesmo assim precisamos concordar que são bem poucas. O que não significa que não tivemos mulheres merecedoras de destaque. Confira aqui neste link alguns perfis já traçados por esta coluna bisemanal do Core77.

Como estamos no Brasil, que tal criarmos uma lista de homenagens aos nomes do mercado nacional que têm importância dentro do design em suas diferentes especificidades?

Heloisa Crocco é uma dessas figuras importantes porque tem se dedicado a uma extensa pesquisa após contato com a região amazônica e as potencialidades encontradas nas árvores da região. Deste contato surgiu um estudo dos nós da mandeira e como isso se desenvolveu em uma técnica chamada Topomorfose que permite a sua aplicação em diferentes suportes, como objetos utilitários e painéis. Melhor ela explicar o início desta jornada nesta palestra que ela deu ao TEDxGramado.

 

 

Outra nome é o de Etel Carmona que iniciou sua trajetória no design de maneira autoditada em 1980 quando começou a restaurar móveis em seu sítio no interior de SP. Sua aptidão para a marcenaria e o estudo de técnicas foram o impulso para a criação de suas peças de reconhecimento internacional. Hoje é empresária de sucesso e insiste no mesmo conceito de trabalho: produzir artesanalmente móveis de design brasileiro com madeira nacional (ela possui uma floresta certificada no Acre).

 

 

 

Adélia Borges também tem um papel importantíssimo no design brasileiro ao ter dado voz ao setor na década de 70. Ela não faz design, mas fala com propriedade do tema desde então. Adélia conta histórias e garante o registro do poder do design na vida das pessoas. Dentre seus feitos estão reportagens, curadorias de exposições, palestras, júri de prêmios e mais de dez livros publicados, sendo o ‘Design + artesanato: o caminho brasileiro’ um dos mais recentes.

 

 

Outros nomes? Não vai dar para descrever cada um aqui neste post (talvez criamos uma série tupiniquim, que tal?), mas ainda temos Baba Vacaro, Cláudia Moreira Salles, Esther Schattan, Ana Couto, Ana Luiza Escorel, Dora Levy e muitas outras. Deixe a sua referência nos comentários e enriqueça esta discussão com a gente.

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